Em três edições consecutivas, o Deep Tech Summit (DTS) consolidou uma comunidade qualificada que conecta ciência, indústria e capital para tirar tecnologias de fronteira do laboratório e levá-las ao mercado. A edição de 2025 marcou um novo patamar de escala, experiência e densidade de conexões, evidências concretas de que a América Latina já figura como polo relevante de deep tech para desafios globais.
2025 em números que importam
- Inscritos: o Deep Tech Summit 2025 registrou 2.016 inscritos, consolidando massa crítica e ritmo de crescimento acelerado (+68% vs. 2024; +303% vs. 2023). Esse volume sustenta a relevância do tema deep tech na região e amplia a densidade de conexões qualificadas entre ciência, indústria e capital.
- Experiência — notas dos participantes:
- NPS geral: 93 (patamar “world class”).
- Networking: 90 | Conteúdo: 91 | Logística: 90 — combinação que valida a curadoria técnica e o desenho de jornada para encontros de alto valor.
Alcance internacional: 17 países representados: Brasil, Colômbia, Argentina, Chile, Peru, Estados Unidos, Uruguai, Bélgica, Portugal, Israel, Canadá, Alemanha, Holanda, Noruega, Luxemburgo, Guiné Equatorial e Venezuela, com 6% de público internacional.
Três anos de curva ascendente (2023–2025)
O DTS saiu do “modo piloto” para massa crítica de audiência em apenas 3 edições, mais que triplicando o público desde 2023. Essa trajetória sustenta, de um lado, a relevância do tema deep tech e, de outro, a maturidade do formato do evento, ao combinar conteúdo técnico, audiência qualificada e ativações de alto valor.
Por que isso é relevante? Porque a adoção de tecnologias de base científica exige decisões com evidência, timing e parceiros certos. O crescimento contínuo e a recorrência de participantes indicam que o DTS oferece esse “meio termo” entre descoberta tecnológica, validação de caso de uso e caminhos para escala.
O diferencial: interseção entre ciência, indústria e capital
O equilíbrio do público (startups, empresas, centros de pesquisa, governo e investidores) é um ativo estratégico do DTS. Acelera ciclos de prova de conceito e amplia a taxa de encontros com fit real.
Internacionalização: LATAM como origem, o mundo como destino
Com 17 países representados em 2025, o DTS fortalece a posição da América Latina como origem de soluções de fronteira em áreas como biotecnologia, materiais avançados, energia, saúde e clima. A estratégia para 2026 inclui elevar a participação de investidores e organismos internacionais, ampliando pontes de financiamento e co-desenvolvimento tecnológico.
Impacto que se mede na prática
- Experiência consistente: NPS geral 93 em 2025, com avaliações de Networking 90, Conteúdo 91 e Logística 90, sinal de qualidade percebida na curadoria e na operação.
- Conexões com objetivo: 1.305 reuniões agendadas e 41.932 interações no app, consolidando o Summit como plataforma efetiva de geração de negócios.
- Efeito comunidade: mais de 500 participantes recorrentes demonstram fidelização e reconhecimento do DTS como referência de deep tech na região.
O que vem a seguir
Em 2026, o foco é preservar a qualidade da experiência que sustenta as notas de NPS, para crescer ainda mais (acomodando a expansão de público e ativações) e avançar em três frentes:
- Escalar a presença internacional (investidores, fomento e parceiros globais),
- Aprimorar ativações de marca e experiências presenciais, e
- Aprofundar trilhas setoriais, com curadoria técnica e conteúdo ainda mais internacionalizado
O Deep Tech Summit consolidou-se como uma plataforma latino-americana de classe mundial para transformar ciência em valor de mercado: combina escala de público, experiência e intensidade de conexões que se convertem em oportunidades concretas. Para a indústria que busca avançar agendas de P&D com menos risco e mais velocidade, e para a comunidade científica que quer chegar ao mercado com os parceiros certos, o DTS é hoje um ponto de passagem obrigatório no calendário global de inovação deep tech.
Isso tudo só é possível pois temos cientistas e empreendedores que dedicam suas vidas a criar negócios que mudam o mundo; investidores que aportam capital nestes empreendimentos; governos que promovem políticas públicos para ciência, tecnologia e inovação; indústrias que apostam em P&D; centros de pesquisa que avançam no conhecimento; e todo um ecossistema para apoiar deep techs.
Obrigado a todos os patrocinadores, parceiros, startups, corporações, investidores, centros de pesquisa e órgãos governamentais, bem como a cada participante que esteve presente conosco que fez as três edições do DTS ser o que foram.
Quer participar do evento? Inscreva-se no DTS 2026: Sympla – Deep Tech Summit 2026.
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